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    Chuvas no RS: “corredor humanitário” começa a ser construído em Porto Alegre

    Medida visa criar entrada alternativa à capital e facilitar o acesso da passagem de caminhões e veículos de ajuda humanitária

    Dayres Vitoriada CNN* São Paulo

    A Prefeitura de Porto Alegre removeu a passarela de pedestres da Estação Rodoviária, na manhã desta sexta-feira (10), para criação de uma nova rota que dará acesso à capital gaúcha.

    A medida visa criar uma entrada alternativa à capital pela Castelo Branco e facilitar o acesso da passagem de caminhões e veículos de ajuda humanitária que chegam a todo momento no município.

    Segundo o titular da Secretaria Municipal de Serviços Urbanos, engenheiro Assis Arrojo, a criação do corredor humanitário começou ainda na quarta-feira (08). Mais de cem funcionários trabalham na retirada da passarela e cerca de 65 máquinas foram disponibilizadas pela Prefeitura para a conclusão da obra.

    Pedras rachão, utilizadas para calçamento e aterros, foram colocadas na via em uma extensão de 300 metros para a criação de uma pista única. Com o novo acesso pelo corredor humanitário, será facilitado o atendimento de emergência e abastecimento da cidade, segundo a Prefeitura de Porto Alegre.

    Por ora, a rodovia RS-118 é a que dá principal acesso à capital gaúcha, o que tem ocasionado trânsito e lentidão pela passagem, onde a maioria dos veículos com doações e mantimentos estão adentrando ao município. Com a nova passagem pelo corredor humanitário, a ajuda direcionada à capital deve ser agilizada.

    Agentes de fiscalização da Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) farão a orientação de trânsito no local. O corredor funcionará no sistema ponto a ponto para os veículos poderem trafegar, alternadamente, no sentido Osvaldo Aranha/Castelo Branco, via túnel da Conceição, e sentido inverso.

    “Não medimos esforços para encontrar soluções que, mesmo que provisórias, vão auxiliar a nossa cidade neste momento tão difícil’’, afirmou o secretário municipal de Obras e Infraestrutura, André Flores.

    (*Sob supervisão de Felipe Andrade)