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    Ciclone tem baixo potencial para estragos e já se afasta do RS, diz meteorologista

    À CNN Rádio, Giovanni Dolif afirmou que o fenômeno trará frente fria e chuvas para o Sudeste do Brasil

    Cidade de Lajeado foi uma das mais afetadas por ciclone do mês de setembro
    Cidade de Lajeado foi uma das mais afetadas por ciclone do mês de setembro Maurício Tonetto/Secom

    Amanda Garciada CNN

    O novo ciclone extratropical que se formou no Rio Grande do Sul tem “pouco potencial para estragos” e já se afasta neste momento.

    É o que explica o meteorologista e pesquisador do Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais Giovanni Dolif.

    À CNN Rádio, ele afirmou que o fenômeno, embora seja grande, está a cerca de 1000 km da costa e só trará “ventos de até 60 km/h.”

    “A tendência agora é se afastar, os ventos devem diminuir e trazer pouca chuva”, completou.

    Mesmo assim, a frente fria associada ao ciclone “chega ao Sudeste, com chuvas e trovoadas em São Paulo e no Rio de Janeiro.”

    Veja mais: Entenda como se comporta um ciclone extratropical

    De acordo com Giovanni, o fenômeno El Niño seguira atuando durante o verão, com o “máximo da intensidade” no final do ano.

    “Ele trará chuvas acima da média e eventualmente extremas nos próximos meses”, reforçou.

    *Com produção de Isabel Campos