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    Com risco de estiagem severa, Amazonas recomenda que população armazene água potável

    Segundo a Defesa Civil, seca deste ano pode ser mais severa do que a de 2023, que foi a pior da história

    Carol Queirozda CNN

    Em Manaus

    A Defesa Civil do Amazonas emitiu um alerta afirmando que a estiagem deste ano pode ser tão ou mais severa do que a registrada no ano passado. Em 2023, o estado enfrentou a seca mais intensa da história.

    As principais orientações para pessoas em área de risco são o armazenamento de água potável e o uso racional de agua e energia. A lista de locais em áreas de risco pode ser acessada no site da Defesa Civil.

    Além disso as autoridades pedem que a população se mantenha informada para os alertas de emergência e que siga as orientações oficiais.

    Conforme o governo do Amazonas, está em andamento a construção do plano de trabalho estadual para que as secretarias atuem no planejamento prévio para minimizar os efeitos da estiagem, caso ocorra.

    A Defesa Civil diz que tem realizado desde o mês de janeiro reuniões com setores como indústria e comércio, poderes públicos, empresas de telecomunicações e concessionárias de água e energia para fornecer informações e coordenar ações de prevenção diante da possibilidade de outra severa estiagem em 2024.

    No início do mês, o governador Wilson Lima (União Brasil) anunciou a emissão de licenças ambientais para a dragagem em quatro trechos de rios do Amazonas. O trabalho será feito pelo governo federal, por meio do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit), com previsão de início imediato a partir da emissão das licenças.

    O serviço de dragagem consiste na retirada de sedimentos (como areias e outros materiais) do fundo dos rios para facilitar a navegação de embarcações e evitar que encalhem. Entre os trechos que receberam as licenças ambientais, emitidas pelo Instituto de Proteção Ambiental do Amazonas (Ipaam), estão: Manaus-Itacoatiara (rio Madeira); Codajás-Coari e Benjamin Constant-São Paulo de Olivença (rio Amazonas) e Benjamin Constant-Tabatinga (rio Solimões).