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    Conselheiro da Braskem diz que tragédia em Maceió “não existiu” em termos de vidas perdidas

    Segundo João Paulo Nogueira Batista, ação coordenada de todos e a liderança da Braskem evitaram a tragédia

    Vista de área após rompimento de mina da Braskem no bairro Mutange, em Maceió
    Vista de área após rompimento de mina da Braskem no bairro Mutange, em Maceió 10/12/2023REUTERS/Jonathan Lins

    Júlia Pestana, do Estadão Conteúdo

    O conselheiro da Braskem João Paulo Nogueira Batista afirmou no último sábado (27) que o desastre ambiental em Maceió causado pela petroquímica não ocasionou mortes e que parte dos danos da tragédia foi mitigada pela medidas adotadas pela companhia.

    “A dita tragédia de Maceió, em termos de vidas perdidas, não existiu. Graças a Deus não morreu ninguém”, disse o também CEO da Lojas Marisa, em publicação no Linkedin.

    Para Batista, a ação coordenada de todos e a liderança da Braskem evitaram a tragédia.

    “Não perdemos um vida! Estamos desde do início engajados em mitigar ao máximo a dor e os problemas vividos pelos moradores da região. Orgulhoso de pertencer ao conselho de administração que liderou todo esse processo!”, acrescentou.

    Dentre as últimas notícias sobre a empresa, vale mencionar que, na última terça-feira (23), o Ministério Público do Trabalho (MPT) pediu à Braskem um relatório detalhado de trabalhadores e de qualquer pessoa que possa ter tido acesso à área de resguardo das minas de sal-gema na capital alagoana.

    A ação tem como objetivo investigar um suposto acidente de trabalho na área da mina nº 18. Outra frente da ação é levantar medidas voltadas à saúde e segurança dos empregados diretos e terceirizados.