Defensoria de Minas pede indenização pela morte de 5 em setor LGBTQIA+ de prisão

A defensoria alega que as mortes aconteceram por omissão e negligência, pois existiam tentativas prévias de suicídio no presídio

Da CNN, em São Paulo

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A defensoria pública de Minas Gerais ingressou com ação por danos morais contra o estado de Minas Gerais pela morte de cinco detentos de setor LGBTQIA+ de uma penitenciaria de São Joaquim das Bicas. Os defensores responsáveis são Camila Gomes e Paulo César, que pedem uma indenização de R$ 1 milhão.

Os cinco detentos se mataram no cárcere ou de enforcamento ou por excesso de remédios. A defensoria alega que as mortes aconteceram por omissão e negligência, pois existiam tentativas prévias de suicídios no presídio e laudos médicos que indicavam o risco de isso acontecer.

 

A secretaria de Segurança de Minas Gerais e o Departamento Penitenciário do estado disseram, em nota, que as investigações seguem com a Polícia Civil do estado, que a secretaria colabora com as investigações, mas preferem não comentar em detalhes a ação movida pela defensoria. 

Completaram dizendo que tem feito visitas semanais e mutirões jurídicos e psicológicos na penitenciaria de São Joaquim das Bicas.

Cela de prisão
Cela de prisão
Foto: Ichigo121212/ Pixabay

(Publicado por Marina Motomura)

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