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    Defesa informa que Flordelis se apresentará à Justiça do Rio na próxima quarta

    Defesa deve informar telefones celulares pessoais e funcionais de deputada

    Iuri Corsini*, da CNN no Rio de Janeiro

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    A defesa da deputada federal (PSD-RJ) Flordelis enviou petição nesta sexta-feira (2) para a Justiça do Rio, informando que a parlamentar retornará à capital fluminense na próxima quarta-feira (7) e, independentemente se ela for intimada ou não, se apresentará para cumprir as medidas cautelares e colocar a tornozeleira eletrônica.

    Ainda segundo um dos advogados de defesa, Flordelis está neste momento em Brasília cumprindo seus compromissos oficiais de parlamentar, inclusive registrando ponto de presença na Câmara.

    Após as tentativas, sem sucesso, de intimar a deputada para que sejam cumpridas as medidas cautelares impostas, como a colocação da tornozeleira eletrônica e o recolhimento noturno domiciliar, a juíza Nearis dos Santos autorizou o uso da força policial, caso necessário, durante a expedição do mandado judicial pelo oficial de justiça em um dos endereços da parlamentar. A juíza também manteve a decisão que possibilita que o mandado de intimação pendente seja cumprido mesmo fora do horário de expediente forense.

    Também foi determinado que a defesa de Flordelis informe, no prazo de 24 horas contados a partir de hoje, seus telefones celulares pessoais e funcionais.

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    Segundo disse um dos advogados de Flordelis à CNN, a deputada nunca se furtou de cumprir as decisões judiciais e que ela não está se esquivando das intimações para colocar o monitoramento eletrônico. A defesa ainda julgou ser um “absurdo” o fato de ser imposta à uma parlamentar mulher, tais medidas cautelares.

    Vale lembrar que, de acordo com a determinação da Justiça, Flordelis tem o prazo de 48h para cumprir as medidas cautelares, contados a partir do momento e sua intimação presencial por um oficial de justiça — o que ainda não aconteceu.

    A deputada é apontada como mandante da morte de seu marido, o pastor Anderson do Carmo, assassinado a tiros em junho do ano passado, na residência do casal, em Niterói. Na denúncia do Ministério Público, Flordelis também é descrita como a pessoa que “decidiu, planejou e executou” as tentativas de envenenamento, além de buscar cúmplices para o crime em sua própria família.

    *Sob supervisão de Robson Santos

     

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