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    Delegado da PF é baleado na cabeça em operação no litoral de São Paulo

    Thiago Selling da Cunha, de 40 anos, foi socorrido, mas seu estado de saúde não foi divulgado

    Delegado da PF Thiago Selling da Cunha é baleado na cabeça em operação no litoral de São Paulo
    Delegado da PF Thiago Selling da Cunha é baleado na cabeça em operação no litoral de São Paulo Divulgação

    Elijonas Maiada CNN

    em Brasília

    O delegado da Polícia Federal (PF) Thiago Selling da Cunha, 40 anos, foi baleado na cabeça durante uma operação na comunidade da Vila Zilda, em Guarujá, no litoral de São Paulo, nesta terça-feira (15). Ele foi encaminhado para um hospital da região e está sob cuidados.

    A PF divulgou nota em que diz que o policial foi socorrido e está recebendo os cuidados médicos na unidade hospitalar. A nota não informa o estado de saúde do delegado.

    Selling foi alvo durante cumprimento de mandados de busca e apreensão numa operação contra tráfico de drogas. A PF prendeu dois suspeitos e apreendeu uma submetralhadora, uma pistola, dinheiro e drogas.

    Ambos foram levados à Delegacia de Polícia Federal em Santos, onde serão autuados, segundo a PF, por tentativa de homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma de fogo.

    A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil (Adepol) divulgou uma nota onde manifestou repúdio e solidariedade ao delegado.

    “A Associação dos Delegados de Polícia do Brasil manifesta seu mais veemente repúdio ao ataque sofrido pelo Delegado da Polícia Federal, Doutor Thiago Selling Cunha, na terça-feira (15). Expressamos nossa solidariedade ao delegado e à sua família neste momento. Estamos em orações pela sua pronta recuperação e pela superação dos desafios que enfrentará após esse ato de violência covarde. Que haja uma pronta resposta por parte do Estado para reprimir e punir de forma exemplar esse hediondo crime”, diz a nota.

    A Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal também se manifestou por nota, e afirmou que “cobrará das autoridades competentes uma célere e rigorosa punição dos criminosos”.

    “É inadmissível que tais ataques se perpetuem contra policiais federais ou quaisquer agentes de segurança pública, alvejando o próprio Estado Democrático de Direito em sua plenitude. A ADPF acompanha o andamento das investigações e cobrará das autoridades competentes uma célere e rigorosa punição dos criminosos”.

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