Depois de batalha judicial, Parque Augusta será inaugurado neste sábado (06)

Obras do parque, que fica na região central de São Paulo, também tiveram que ser interrompidas para investigação sobre sítios arqueológicos

Parque Augusta, no centro de São Paulo
Parque Augusta, no centro de São Paulo Rovena Rosa / Agência Brasil

Raphael Coraccinida CNN

Em São Paulo

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Depois de conflitos com construtoras e o embargo da obra para procura por vestígios arqueológicos de populações indígenas entre outros problemas, o Parque Augusta finalmente será inaugurado pela Prefeitura de São Paulo neste sábado (06).

A área localizada no centro de São Paulo esteve no foco de uma batalha entre associações de moradores, que queriam que a área permanecesse pública, e as construtoras Setin e Cyrela, que acabaram cedendo o local à Prefeitura em troca de títulos de potencial construtivo em outras áreas da cidade.

As obras para a construção do parque começaram em outubro de 2019, mas foram interrompidas três meses depois por solicitação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), que investigava a existência de um sítio arqueológico na região.

O Parque Augusta, que teve investimento de R$ 11 milhões, está em uma área de 23 mil metros quadrados na região central de São Paulo e inclui playground e cachorródromo. Também conta com áreas de manejo e compostagem. Houve ainda restauro da Casa das Araras e do Portal – que são tombados. O local abrigou um palacete e uma escola até meados dos anos 1970.

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