Ex-PM preso pela morte de João Alberto alega risco de morte e pede liberdade

Após ser expulso da polícia, Giovane Gaspar da Silva deve ir a um presídio comum; defesa alega risco à integridade do detento

O soldador João Alberto Freitas foi espancado e morto em uma loja da rede Carrefour
O soldador João Alberto Freitas foi espancado e morto em uma loja da rede Carrefour Foto: Reprodução/Redes sociais

Mariana Catacci*, da CNN, em São Paulo

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A defesa de Giovane Gaspar da Silva, preso pela morte de João Alberto Silveira de Freitas em uma unidade da rede de supermercados Carrefour, no dia 19 de novembro, em Porto Alegre, entrou com um pedido de liberdade provisória nessa quinta-feira (3). 

O advogado de defesa David Leal afirmou à CNN que fez o pedido “tendo em vista que os motivos da prisão não subsistem e que a justificativa do juiz plantonista do Fórum Central de Porto Alegre, Cristiano Vilhalba Flore, de que Silva deve permanecer preso durante o período de investigação não é idônea. A lei não menciona isso”.

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Atualmente, o ex-policial está detido em uma unidade penitenciária da Brigada Militar, mas deve ser realocado para um presídio comum após ter sido desligado da corporação. A defesa alega que Silva pode ter sua integridade física ameaçada ao ser transferido para outro presídio e sugere monitoramento eletrônico ou prisão domiciliar. 

(*sob supervisão de André Rosa)

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