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    Funcionários que teriam cometido racismo em loja de aeroporto são demitidos

    Porta-bandeira da Portela foi abordada pelos então funcionários, que a acusaram de ter furtado itens da loja

    A porta-bandeira da Portela, Vilma Nascimento
    A porta-bandeira da Portela, Vilma Nascimento G.R.E.S PORTELA / Reprodução Redes Sociais

    Guilherme Gamada CNN

    Em São Paulo

    Os funcionários envolvidos na abordagem da porta-bandeira da Portela, Vilma Nascimento, em uma loja no Aeroporto Internacional de Brasília, não fazem mais parte do quadro de colaboradores da empresa.

    Em nota, a Dufry Brasil informa que concluiu a averiguação interna para apurar “o lamentável incidente” e confirma que não houve furto na loja por parte da porta-bandeira.

    A empresa comunica que a diretoria esteve com Vilma e a filha dela, Danielle Nascimento, para se desculpar pessoalmente pelo constrangimento a que foram submetidas na semana passada.

    “A Dufry repudia veementemente qualquer tipo de discriminação por raça, gênero, orientação sexual, religião, idade ou deficiência”, completa.

    Relembre o caso

    O caso ocorreu no dia 21 de novembro, na loja Duty Free Shop. No episódio, Vilma, de 85 anos, que é moradora do Rio de Janeiro, estava na capital federal para ser homenageada na Câmara dos Deputados como parte das celebrações do Dia da Consciência Negra.

    Nas redes sociais, Danielle denunciou o caso que considerou como racismo com a publicação do vídeo em que relata que estava com a mãe na loja comprando chocolates, quando foram abordadas por um fiscal, na saída. O funcionário teria acusado as duas de furtar itens do estabelecimento e revistou as bolsas delas.

    Em nota, a Portela repudiou o caso e disse que “o constrangimento, demonstrado nas imagens divulgadas, é sentido por todos que temos no samba parte importante de nossa identidade”.

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