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    Greve em SP: metrô terá de operar com pelo menos 80% do contingente nesta terça, determina Justiça

    No caso da CPTM, pelo menos 85% do efetivo deverá trabalhar no horário de pico durante a greve de amanhã

    Metrô da Linha 3-Vermelha de São Paulo
    Metrô da Linha 3-Vermelha de São Paulo Márcia Alves/Metrô SP

    Da CNN

    O governo de São Paulo informa que uma liminar do Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região (TRT-2) determinou que, durante a greve programada para esta terça-feira (28), o metrô deverá operar nos horários de pico com pelo menos 80% de seu contingente de trabalhadores.

    No caso dos trens, o mínimo exigido é de 85%. A determinação vale para os períodos das 4h às 10h e 16h às 21h na Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e 6h às 9h e das 16h às 18h no Metrô.

    Nos outros horários, a liminar determinou a operação de 65% nos serviços da CPTM e 60% no Metrô. Caso haja descumprimento, há multas diárias previstas de R$ 600 mil para os sindicatos dos ferroviários e R$ 700 mil para o sindicato dos metroviários.

    Segundo a Secretaria dos Transportes Metropolitanos, “o Metrô e a CPTM também farão convocação nominal e individual dos funcionários conforme a escala de trabalho e o quantitativo previsto pelo judiciário. Em caso de não comparecimento, as empresas irão adotar as medidas legais cabíveis”.

    Ainda conforme a pasta, a Justiça “também se manifestou contrariamente à liberação de catracas devido ao alto risco de tumultos e acidentes graves nas estações”.

    Nesta segunda, o governador Tarcísio de Freitas (Republicanos) descartou liberar as catracas.

    Não temos como controlar o fluxo. Se acontecer um acidente, teremos falhado. Se uma pessoa for parar na linha, teremos falhado. É o motivo pelo qual nenhum governo libertou a catraca. E nós também não liberaremos.”

    Procurado pela CNN, o Sindicato dos Metroviários disse que recorrerá da decisão, “reafirmando o direito de greve e a alternativa proposta pelo Sindicato que seria a catraca livre”