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    Influenciador de 22 anos morre em troca de tiros no RJ

    Conhecido como Mateus Doido, jovem acumulava mais de 70 mil seguidores nas redes sociais; ele foi baleado durante confronto entre policiais e criminosos

    Rachel Amorimda CNN no Rio de Janeiro

    O influenciador digital Mateus Ferreira da Silva, de 22 anos, conhecido como Mateus Doido, morreu na última sexta-feira (21) depois de ser atingido por um tiro no tórax. O caso ocorreu na comunidade da Muzema, na zona oeste do Rio de Janeiro. Veja quem era ele.

    Por meio de nota, a Polícia Militar informou que agentes do Batalhão de Operações Especiais (Bope) foram até a Muzema para uma “ação de inteligência” quando foram atacados a tiros por cerca de dez criminosos na área conhecida como Dona Dalva. Houve confronto no local.

    Durante a ação, foram encontrados três homens feridos. Com eles foram apreendidos três fuzis, granadas, munições e drogas. E, mais tarde, durante um vasculhamento pela região, a equipe encontrou um quarto suspeito baleado, escondido em um prédio.

    Segundo a PM, os quatro feridos foram socorridos e levados ao hospital. Dois não resistiram aos ferimentos. Entre eles, o influenciador Mateus Ferreira da Silva, que morava na comunidade e, segundo a namorada, tinha saído de casa para buscar uma encomenda.

    Nas redes sociais, ela fez várias publicações em homenagem ao influenciador. Em uma delas, escreveu: “Agora eu só consigo chorar, não está sendo fácil para mim e nunca vai ser”.

    Mateus compartilhava nas redes sociais vídeos de manobras em motocicletas, daí o apelido de Mateus Doido. Ele, que acumulava mais de 70 mil seguidores, mostrava o dia a dia na comunidade da zona oeste do Rio.

    O irmão de Mateus, que também é influenciador, Caik Marques, comentou a morte do jovem nas redes sociais. Em uma das publicações, escreveu: “Mateus foi baleado na comunidade onde morava, tropa. Infelizmente, não resistiu. Infelizmente não consigo sentir nada além de tristeza no peito”.

    O caso foi registrado na 16ª DP (Barra da Tijuca) e na Delegacia de Homicídios da Capital (DHC). De acordo com a Polícia Civil, os PMs envolvidos na ação foram ouvidos e as armas apreendidas para a perícia. A investigação está em andamento para esclarecer a dinâmica dos fatos.