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    Instituto Brasileiro de Mineração diz que “acompanha” situação em mina da Braskem

    No material, o Instituto ainda celebrou o fato de que "foi possível abrigar as pessoas antes que algo mais grave pudesse ocorrer na localidade"

    Imagem aérea da região da mina 18 da Braskem, em Maceió, que apresenta risco iminente de colapso
    Imagem aérea da região da mina 18 da Braskem, em Maceió, que apresenta risco iminente de colapso Reprodução/CNN

    Da CNN*

    O Instituto Brasileiro de Mineração (IBRAM) emitiu nota neste sábado (2) sobre o afundamento de solo em uma mina da Braskem em Maceió (AL). A empresa não é associada ao IBRAM.

    “O IBRAM coloca à disposição da Braskem e outras autoridades e órgãos envolvidos todo o seu acervo técnico, de modo a contribuir para que avaliem medidas voltadas a permitir superar esta situação com a mais brevidade possível”, diz a nota.

    No material, o Instituto ainda celebrou o fato de que “foi possível abrigar as pessoas antes que algo mais grave pudesse ocorrer na localidade”. O IBRAM pediu que a colaboração entre a empresa e os órgãos públicos continue, para que não haja “maiores danos às pessoas e ao meio ambiente”.

    “O IBRAM e as mineradoras associadas atuam há anos para tornar o setor cada vez mais seguro, sustentável e responsável e com esta determinação agem para adotar as melhores práticas de ESG (relacionadas à gestão ambiental, social e governança), inclusive, internalizando técnicas consagradas internacionalmente”, completa.

    O Governo Federal reconheceu situação de emergência em Maceió, mas ainda não enviou recursos para a região afetada pelo risco de colapso de uma mina da Braskem.

    O Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional afirmou que aguarda um plano de trabalho elaborado pela prefeitura de Maceió para definir quanto e quando os valores serão liberados.

    Em nota, a Braskem informou que a situação vem se intensificando e que estão sendo tomadas todas as medidas cabíveis para a diminuição do impacto.

    A empresa reforçou ainda que segue acompanhando e compartilhando os dados de monitoramento em tempo real com as autoridades competentes.

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    *Publicado por Danilo Moliterno.