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    Justiça Federal acata pedido de defesa de acusados de matar Bruno e Dom e adia julgamento

    Indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram mortos nas proximidades do Vale do Javari, no estado do Amazonas, em junho de 2022

    Vigília por Bruno Pereira e Dom Phillips
    Vigília por Bruno Pereira e Dom Phillips 24/06/2022 REUTERS/Diego Nigro

    Giovanna Bronzeda CNNVictor Locatelida CNN*

    O Tribunal Regional Federal da 1ª Região (TRF1) adiou o julgamento que iria decidir se os pescadores acusados de matar o indigenista Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips iriam a júri e acatou o pedido de defesa dos envolvidos nesta terça-feira (23).

    A decisão sobre o adiamento do julgamento dos pescadores foi tomada em resposta ao pedido formalizado realizado pela defesa deles.

    Os solicitantes argumentaram que a 3ª Turma Federal, responsável pela apreciação do caso, não seria a instância correta, tendo em vista que o processo já havia recebido decisões antecedentes da 4ª Turma Federal.

    Assim, em consideração ao pleito, foi determinado pelo desembargador federal Ney Bello a retirada do julgamento para a avaliação do pedido apresentado pela defesa dos pescadores.

    Relembre o caso

    O indigenista brasileiro Bruno Pereira e o jornalista britânico Dom Phillips foram mortos nas proximidades do Vale do Javari, no estado do Amazonas, em junho de 2022. Dez dias depois de terem sido vistos pela última vez, os restos mortais deles foram encontrados.

    Segundo o laudo de peritos da Polícia Federal (PF), Bruno foi atingido por três disparos, enquanto Dom por um.

    O crime aconteceu em uma região que abriga umas das maiores e mais importantes terras indígenas do país, área marcada por conflitos de tráfico de drogas, pesca ilegal e garimpo.