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    Justiça mantém cubano preso por morte de galerista americano no Rio

    Alejandro Triana Prevez passou por audiência de custódia; ele é acusado pelo assassinato de Brent Sikkema

    O galerista americano Brent Sikkema foi assassinado no Rio de Janeiro
    O galerista americano Brent Sikkema foi assassinado no Rio de Janeiro Reprodução/Instagram

    Letícia Cassianoda CNN

    A Justiça do Rio de Janeiro decidiu manter a prisão do cubano Alejandro Triana Prevez, de 30 anos, após audiência de custódia realizada na tarde deste domingo (21). Ele é investigado pelo assassinato do galerista americano Brent Sikkema, que foi encontrado morto em seu imóvel no Jardim Botânico, na Zona Sul da capital carioca.

    O suspeito foi preso na última quinta-feira (18) em um posto de gasolina no município de Uberaba, em Minas Gerais, com cerca de 3 mil dólares.

    Durante a audiência realizada hoje, Prevez alegou ter sido agredido no momento do cumprimento de seu mandado por policiais rodoviários e pela Polícia Especializada. Segundo os autos, no entanto, as alegações não foram suficientes para invalidar a prisão.

    Relembre o caso

    Segundo informações da Polícia Civil do Rio, câmeras de monitoramento indicam que o crime foi cometido durante a madrugada do dia anterior (14). A perícia também constatou que a vítima já estava desacordada no momento em que sofreu cerca de 18 golpes de faca. O corpo estava com o rosto coberto por um pano quando foi encontrado por uma amiga.

    As investigações da Delegacia de Homicídios também revelaram que o suspeito já conhecia Sikkema e o marido, que também é cubano. O casal havia se encontrado com Prevez entre julho e agosto do ano passado.

    A principal linha de investigação da polícia é de que o crime tenha sido um latrocínio, roubo seguido de morte, e as câmeras de monitoramento do Jardim Botânico também indicam que a morte de Brent Sikkema foi premeditada. As imagens mostram o carro do suspeito circulando pela região do imóvel cerca de 14 horas antes do crime.

    O americano era dono da Sikkema Jenkins & Co., uma galeria de arte contemporânea de Nova York, nos Estados Unidos, que exibe trabalhos como pinturas, desenhos, instalações, fotografias e esculturas.