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    Médicos executados: Ministério da Justiça descarta federalizar as investigações

    Fontes envolvidas no assunto dizem que já é intensa a colaboração entre a Polícia Federal e a Polícia Civil do Rio de Janeiro

    Marca de tiro em quiosque onde os médicos foram mortos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro
    Marca de tiro em quiosque onde os médicos foram mortos na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro Reginaldo Pimenta/Agência O Dia/Estadão Conteúdo

    Raquel Landim

    O Ministério da Justiça descarta federalizar as investigações sobre os assassinatos dos médicos no Rio de Janeiro, ocorridos na madrugada desta quinta-feira (5).

    Fontes envolvidas no assunto dizem que já é intensa a colaboração entre a Polícia Federal e a Polícia Civil do Rio de Janeiro.

    Vídeo: Veja o momento em que os médicos são atacados no Rio de Janeiro

    Nesta manhã, o secretário-executivo do ministério, Ricardo Cappelli, se reuniu com a equipe da PF no Rio de Janeiro e colocou toda a superintendência para colaborar com informações de inteligência. Amanhã Cappelli se encontra com o governador Claudio Castro (PL) às 12h30.

    Familiares da deputada Sâmia Bomfim (PSOL-SP), irmã de uma das vítimas, o médico Diego Bomfim, vêm pedindo a federalização das investigações. A colaboração entre as duas polícias e as menores chances de crime político, no entanto, tornam a medida desnecessária.

    A principal hipótese dos investigadores hoje é que os criminosos tenha confundido um dos médicos com um miliciano e que, por isso, aa execução tenha ocorrido por engano.