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    Mortes por intervenções da polícia no RJ caem 42% no mês de abril, diz governo

    O dado acumulado em 4 meses é o menor desde 2014, segundo o Instituto de Segurança Pública (ISP)

    PM é preso acusado de roubo na zona oeste do Rio de Janeiro
    PM é preso acusado de roubo na zona oeste do Rio de Janeiro Reprodução/Redes Sociais

    Felipe Souzada CNN*

    A quantidade de óbitos decorrentes por intervenção policial no Rio de Janeiro caiu 42% em abril, se comparado ao mesmo período do ano passado. No acumulado de janeiro a abril, a queda foi de 51% em relação ao mesmo período de 2023.

    O levantamento foi realizado pelo Instituto de Segurança Pública (ISP) do Rio de Janeiro e divulgado em maio deste ano pelo órgão.

    Segundo os dados, são 205 mortes contabilizadas no período de janeiro a abril de 2024, sendo 53 casos computados no mês passado. Apesar da média superior a um óbito por dia em decorrência de ação policial, este é o menor número para o mês desde 2014.

    Ainda, segundo o levantamento do ISP, outros dados foram levantados, como a redução de letalidade violenta no estado e de homicídio doloso, caindo, respectivamente, 25% e 17%, se comparados aos quatro primeiros meses de 2023 e com os menores índices desde 1991.

    Veja outros dados:

    Apreensão de drogas: 7.789 apreensões no primeiro quadrimestre de 2024. Na comparação com 2023, o indicador registrou aumento de 5,5% no acumulado.

    Armas apreendidas: 2.037 apreensões no primeiro quadrimestre de 2024. Por dia, foram 17 armas retiradas de circulação.

    Fuzis apreendidos: 239 apreensões no primeiro quadrimestre de 2024. Por dia, foram dois fuzis retirados de circulação.

    Prisões em flagrante: 14.056 prisões no primeiro quadrimestre, 3.447 em abril de 2024. Na comparação com 2023, o indicador registrou aumento de 6,7% no mês e de 11,6% no acumulado.

    Mandados de prisão: 5.026 mandados no primeiro quadrimestre, 1.479 em abril de 2024. Na comparação com 2023, o indicador registrou aumento de 65% no mês e de 31% no acumulado.

    *Sob supervisão de Bruno Laforé