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    Mulheres denunciam estupro e cárcere privado em casa noturna em SC

    Vítimas disseram à polícia que ficaram em cárcere privado durante duas semanas em uma casa noturna na cidade de Bombinhas, no litoral catarinense

    Mulheres denunciam estupro e cárcere privado em casa noturna em SC. Polícia investiga
    Mulheres denunciam estupro e cárcere privado em casa noturna em SC. Polícia investiga Polícia Civil SC

    Luan Leãoda CNN

    Um homem foi conduzido à delegaçia, nesta quinta-feira (25), após duas mulheres terem sido encaminhadas a Delegacia de Bombinhas, no litoral de Santa Catarina, denunciando crimes de estupro e cárcere privado em uma casa noturna.

    Na segunda-feira (22), as vítimas deram entrada na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da cidade. A Polícia Militar acionou a Polícia Civil, que fez o primeiro contato com as mulheres.

    Após a liberação, as duas mulheres, sendo uma delas estrangeira, foram levadas até o Instituto Médico Legal (IML) de Balneário Camboriú para realizar exame de corpo de delito.

    Com a instauração do inquérito, as vítimas prestaram depoimento na terça-feira (23). De acordo com a polícia, as mulheres disseram ter trabalhado durante duas semanas em uma casa noturna da cidade. Segundo o delegado, essa informação ainda não foi comprovada.

    Nesta quinta-feira (25), policiais civis de Bombinhas, Porto Belo, da Operação Estação Verão e do Núcleo de Operações com Cães (NOC), da DEIC (Diretoria Estadual de Investigações Criminais), cumpriram um mandado de busca e apreensão no endereço indicado.

    Segundo a polícia, foram apreendidos um telefone celular e imagens do circuito interno das câmeras de segurança. Os policiais também encontraram uma pequena quantidade de entorpecente.

    Um suspeito foi conduzido até a delegacia e autuado por posse de drogas e liberado em seguida. Ele negou as acusações e disse que não manteve as mulheres em cárcere privado e que não cometeu nenhuma irregularidade no estabelecimento.

    Ainda de acordo com a investigação, nesse momento, não há suspeita de tráfico de pessoas e as vítimas estão em um programa de proteção. Uma das mulheres retornou para a Argentina com ajuda da Assistência Social de Bombinhas, a outra permaneceu no Brasil.