MP do Pará diz que nenhuma linha é descartada em caso de bebê desaparecido
Ministério Público afirma que apurações seguem mesmo após redução das buscas; polícia reforça novas diligências e pede apoio da população

O Ministério Público do Estado do Pará (MPPA) informou que nenhuma linha de investigação foi descartada no caso do desaparecimento do bebê José Arthur Sousa Barros, de 1 ano e 6 meses, ocorrido no dia 26 de março, em Eldorado do Carajás, no sudeste do Pará.
Mesmo com a diminuição das buscas em campo, as investigações seguem em andamento com acompanhamento direto da Promotoria de Justiça.
De acordo com a promotora de Justiça Daniela Fonseca, desde o registro do desaparecimento houve mobilização integrada entre forças de segurança e a comunidade local. Participaram das buscas equipes da Polícia Militar, Polícia Civil, Ministério Público e moradores da região.
As ações incluíram varreduras nos arredores da residência da criança, buscas em um córrego próximo, além da análise de imagens de câmeras de segurança e levantamento de veículos que passaram pela rodovia no horário do desaparecimento.
O MPPA destacou que o eventual encerramento ou redução das buscas em campo não significa o fim das investigações.
Segundo a promotoria, os trabalhos seguem “em pleno andamento”, com o objetivo de esclarecer o que aconteceu, identificar possíveis envolvidos e responsabilizá-los. A prioridade, no entanto, continua sendo encontrar a criança com vida.
A Polícia Civil informou que uma equipe especializada da Delegacia de Pessoas Desaparecidas, vinculada à Divisão de Homicídios, foi designada para reforçar as investigações.
O grupo atua em conjunto com a Delegacia de Eldorado do Carajás e a Superintendência Regional de Carajás.
As autoridades destacam que novas diligências podem ser realizadas, inclusive em áreas próximas ao local do desaparecimento.
Paralelamente, outras frentes seguem ativas, como:
- análise de imagens de câmeras de segurança;
- identificação de veículos que passaram pela região;
- verificação de locais de circulação de passageiros.
A Polícia Civil reforça que qualquer informação pode ser fundamental para o avanço do caso. Denúncias podem ser feitas de forma anônima pelo Disque-Denúncia, no número 181.


