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    Perfil do aluno deve ser levado em conta para escolher a escola, diz pedagoga

    À CNN Rádio, a diretora da Comunidade Educativa Roberta Panico explicou as diferentes metodologias de ensino

    Alunos em sala de aula
    Alunos em sala de aula Foto: Marcelo Camargo/ Agência Brasil

    Bruna Salesda CNN

    Em época de matrículas em escolas, é importante escolher uma metodologia de ensino tendo em vista que tipo de cidadão se quer formar.

    Esta é a avaliação da diretora da Comunidade Educativa CEDAC, Roberta Panico.

    Em entrevista à CNN Rádio, a pedagoga afirmou que a seleção de uma metodologia de ensino “tem a ver com as expectativas das famílias em relação ao que querem para o futuro dos próprios filhos”.

    Metodologia de ensino

    Roberta Panico trouxe três exemplos de metodologia de ensino: a tradicional, a construtivista e a montessoriana.

    A tradicional, segundo ela, é a que a maioria dos brasileiros teve acesso.

    “Nela, o foco está na transmissão do conhecimento pelo professor de forma mais verticalizada”, a partir de instrumentos de ensino como a memorização e a cópia.

    “A proposta construtivista é aquela que valoriza os saberes e os conhecimentos do estudante, para, a partir deles, proporcionar a construção de novos saberes por meio de situações-problemas”, apontou.

    Já a concepção montessoriana, Roberta explica, é a que “acredita muito na construção e no potencial ativo do aluno, para uma autoeducação.”

    “Além de entender o perfil do aluno, é fundamental conhecer essas escolas para compreender a prática no seu cotidiano”, avalia.

    A diretora da comunidade educativa destaca que as três concepções de ensino “muitas vezes se misturam.”

    “A questão é a intencionalidade e com que frequência isso acontece, porque, dessa forma, é possível identificar o valor que a escola dá para a formação desses estudantes”, afirma.

    “Crianças, adolescentes e jovens devem aprender a conviver entre si, com diversidade, e isso está ligado à forma como uma escola se organiza e em que concepção pedagógica ela se baseia”, defende Roberta Panico.

    *Com produção de Isabel Campos