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    PF prende angolano acusado de fraude milionária contra a Caixa

    A prisão do estrangeiro, considerado foragido, foi na tríplice fronteira entre Brasil, Bolívia, Peru

    Elijonas Maiada CNN

    em Brasília

    A Polícia Federal (PF) cumpriu mandado de prisão preventiva contra um angolano acusado de diversas fraudes contra a Caixa Econômica Federal. A investigação aponta prejuízo estimado em mais de R$ 1,5 milhão a correntistas e ao próprio banco.

    A prisão do estrangeiro, que estava tentando fugir do país, ocorreu na cidade de Assis Brasil/AC, localizada na tríplice fronteira entre Brasil, Bolívia e Peru.

    A ação é desdobramento de operações deflagradas em abril de 2020 e novembro de 2022 pela PF no Rio de Janeiro contra organização criminosa acusada de fraudes cometidas para saques e transferências junto à instituição bancária. Além disso, foram identificadas fraudes no Auxílio Emergencial.

    Em razão da tentativa de fuga do Brasil, o angolano preso portava U$ 2.309 e R$ 314, além de identidade de estrangeiro falsa.

    A ação de captura do foragido decorreu da pronta ação dos policiais federais do posto de controle da fronteira de Assis Brasil/AC, da Delegacia de Epitaciolândia/AC e da Adidância da Polícia Federal no Peru, contando com o apoio do 5º Batalhão da Polícia Militar do Estado do Acre.

    O preso foi conduzido à Delegacia da Polícia Federal em Epitaciolândia, para as formalidades decorrentes da prisão e, posteriormente, será transferido para a Superintendência Regional da PF no Rio de Janeiro, momento no qual será encaminhado ao sistema prisional fluminense.

    À CNN, a Caixa informou que “atua conjuntamente com os órgãos de segurança pública nas investigações e operações que combatem fraudes e golpes. As informações de suspeitas de fraudes e golpes são consideradas sigilosas e repassadas exclusivamente à Polícia Federal e demais órgãos competentes, para análise e investigação.”

    O banco ressaltou, ainda, que monitora ininterruptamente seus produtos, serviços e transações bancárias para identificar e investigar casos suspeitos.