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    Polícia prende 15 e mata seis na Bahia em “megaoperação” contra suspeitos de mais de 30 homicídios

    Justiça expediu mandados de prisão e busca e apreensão "contra um grupo criminoso com atuação no tráfico de drogas e diversos homicídios em uma região de Salvador", informou a Polícia Civil

    Polícia prende onze e mata dois na Bahia em “megaoperação” contra suspeitos de mais de 30 homicídios
    Polícia prende onze e mata dois na Bahia em “megaoperação” contra suspeitos de mais de 30 homicídios Reprodução

    Carolina FigueiredoLéo Lopesda CNN

    em São Paulo

    A polícia da Bahia matou seis pessoas e prendeu outros 15 em uma “megaoperação”, nesta sexta-feira (22), contra um grupo suspeito de ter cometido mais de 30 homicídios na Bahia.

    A ação policial conta com mais de 400 agentes e acontece nas cidades de Salvador e Feira de Santana.

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    A Justiça expediu mandados de prisão e 43 de busca e apreensão “contra um grupo criminoso com atuação no tráfico de drogas e diversos homicídios em uma região de Salvador”, informou a Polícia Civil.

    “Nas diligências, 15 homens e mulheres tiveram os mandados de prisão cumpridos e seis resistiram, foram socorridos para o hospital, mas não sobreviveram”, disse a polícia.

    “Esse grupo é responsável por mais de 30 homicídios. É uma operação resultante do trabalho investigativo de mais de um ano conduzidas por equipes do DHPP”, afirmou a delegada Andréa Ribeiro, em comunicado divulgado à imprensa.

    Entre os presos, segundo a polícia, está Eduardo dos Santos Cerqueira, conhecido como “Firmino”, uma das lideranças do tráfico de drogas no bairro de Águas Claras.

    “Estamos nas ruas, já alcançamos um ótimo resultado, porém a operação não tem hora para acabar”, disse a delegada.

    “Todos os custodiados foram encaminhados para a sede do DHPP onde ficarão à disposição do Poder Judiciário. Um dos mandados de prisão foi cumprido no Sistema Prisional contra um homicida. Todo material apreendido será encaminhado para o Departamento de Polícia Técnica (DPT)”, afirmou a Civil.