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    Preços em aplicativos de transporte chegaram a triplicar em SP com greve de ônibus

    Motoristas e cobradores da capital paulista paralisaram atividades na última quarta-feira

    Empresas afirmam que o valor é dinâmico e varia de acordo com a demanda
    Empresas afirmam que o valor é dinâmico e varia de acordo com a demanda Pexels

    Gonçalo Junior, do Estadão Conteúdo

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    Passageiros prejudicados pela greve reclamaram que, a exemplo do que ocorreu há 15 dias, as tarifas dos aplicativos de transporte dobraram e até triplicaram de preço. A saída foi dividir as corridas do serviço privado.

    No Terminal Bandeira, no centro, foi o que fizeram as amigas Natália Pereira, de 24 anos, e Carla Santos, de 26, que decidiram compartilhar o transporte até Santo Amaro, na zona sul.

    O valor ficou em R$ 49. Normalmente, elas usariam o ônibus.

    A assistente administrativa Maria de Fátima Santos, de 32 anos, queria sair do bairro Limoeiro e chegar à região do Aricanduva, ambos na zona leste. Depois de fazer simulações pelos aplicativos de transporte, quase desistiu.

    O percurso que normalmente custa R$ 20 sairia pelo dobro do valor. Sem opções, decidiu pagar. “É uma consulta médica que não posso perder”, justificou.

    Na zona sul, a atendente de telemarketing Simone Pereira Lopes, de 19 anos, decidiu chamar um carro de aplicativo do terminal Santo Amaro. Pagou R$ 30 em uma corrida que sairia normalmente por R$ 18 até a Chácara Santo Antônio.

    Na zona norte, o vendedor Wellington Henrique queria sair do Imirim até as proximidades da Marginal Tietê. Na cotação, ele se assustou. “Deu 50 quando o normal seria 20.” O pico dos preços ocorreu entre 7 e 9 horas.

    Procuradas, as empresas afirmam que o valor é dinâmico e varia de acordo com a demanda. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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