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    Motoristas e cobradores de SP entram em greve e rodízio é suspenso nesta quarta (29)

    Segundo a SPTrans, paralisação afeta 675 linhas diurnas e 6.008 ônibus; veículos com placas finais 5 e 6 podem circular

    Ônibus estacionado no terminal Parque Dom Pedro II, no centro de São Paulo
    Ônibus estacionado no terminal Parque Dom Pedro II, no centro de São Paulo Reprodução/CNN Brasil (14.jun.2022)

    Carolina FigueiredoHenrique AndradeBárbara Brambilada CNN

    em São Paulo

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    Os motoristas e cobradores de ônibus da cidade de São Paulo realizam nova greve nesta quarta-feira (29). A paralisação foi definida em reunião do sindicato da categoria realizado na tarde de terça-feira (28). Com a greve, a Prefeitura de São Paulo decidiu suspender o rodízio de veículos, que se aplicaria a carros com placas finais 5 e 6 nesta quarta.

    Apesar de terem garantido o reajuste salarial de 12,75% na última greve, realizada há duas semanas, os trabalhadores afirmam que outras reinvindicações não foram atendidas, como hora de almoço remunerada, PLR, adequação de nomenclaturas e plano de carreiras do setor de manutenção.

    Segundo a SPTrans, a “paralisação afeta 675 linhas diurnas e 6.008 ônibus, que transportariam 1,5 milhão de passageiros no pico da manhã”. A partir das 4h, a operação em todas as garagens foi interrompida, exceto na Express, na zona leste da cidade.

    Com a greve, a Prefeitura de São Paulo decidiu suspender o rodízio de veículos, que se aplicaria a carros com placas finais 5 e 6 nesta quarta. “A Prefeitura de São Paulo, por meio da SPTrans, lamenta a paralisação de linhas de ônibus municipais e espera que trabalhadores e empresários cheguem em breve a um acordo para que a população de São Paulo não seja ainda mais penalizada”, disse em nota.

    Em 31 de maio, a SPTrans obteve decisão liminar na Justiça do Trabalho que determina a operação de 80% da frota nos horários de pico e 60% nos demais horárias, ob pena de multa diária de R$ 50 mil.

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