Raça, gênero e armas por trás dos números da violência no Brasil

Lorena Lara, da CNN em São Paulo
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Os assassinatos no Brasil têm raça, gênero e classe. A taxa de homicídios de negros no país saltou 11,5% de 2008 a 2018, enquanto a morte de não negros caiu 12,9% no mesmo período. Uma mulher morre a cada duas horas e o número é maior entre negras. O acesso a armas de fogo influencia os índices de violência no país. Esses foram alguns dos dados apresentados na última edição do Atlas da Violência, estudo pelo Fórum Brasileiro de Segurança Pública e o Instituto de Pesquisas Econômicas Aplicadas, o Ipea.

Neste episódio do E Tem Mais, Monalisa Perrone conversa com o pesquisador do fórum, Dennis Pacheco, sobre estes e outros aspectos do levantamento. Em seguida, o papo é com o tenente-coronel aposentado da PM de São Paulo Adilson Paes de Souza, autor do livro "O Guardião da Cidade: Reflexões Sobre Casos de Violência Praticados por Policiais Militares" sobre como esses dados refletem décadas de equívocos nas políticas de segurança pública.

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