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    Racismo contra filha de Samara Felippo: escola faz encontro entre alunos e aplica sanções a agressoras

    Punições foram definidas pelas equipes da escola, considerando a gravidade das ofensas

    Atriz Samara Felippo em entrevista à CNN
    Atriz Samara Felippo em entrevista à CNN CNN/Reprodução

    Thomaz CoelhoVictor LocateliLetícia Cassianoda CNN* São Paulo

    Após o caso de racismo envolvendo a filha de Samara Felippo ser notificado, o Colégio Vera Cruz organizou um encontro nesta terça-feira (30) que incluiu as duas alunas acusadas, acompanhadas pelas famílias, e a vítima, uma jovem de 14 anos.

    Seguindo a reunião, as estudantes foram informadas sobre as sanções impostas, que incluem suspensão e a proibição de participar de um projeto escolar específico. A escola indicou que novas sanções podem ser aplicadas, dependendo dos resultados da apuração em curso.

    Segundo o colégio, estas ações disciplinares foram estabelecidas de acordo com os procedimentos internos e a gravidade dos atos de racismo relatados. Medidas adicionais de reparação estão sendo consideradas e serão definidas em momento oportuno.

    Relembre o caso

    A atriz Samara Felippo denunciou que sua filha foi alvo de racismo na Escola Vera Cruz, localizada na zona oeste de São Paulo. Em 22 de abril, duas alunas danificaram um trabalho escolar da vítima e escreveram insultos racistas em seu caderno, que posteriormente foi deixado no setor de achados e perdidos.

    Samara Felippo registrou um boletim de ocorrência, e o caso está sendo investigado pela polícia como preconceito de raça ou cor.

    Nesta terça-feira (30), Samara foi ouvida por duas horas em uma delegacia de São Paulo, onde ela explicou a conversa que teve com a filha e relembrou outros episódios similares que aconteceram anteriormente.