Sequestro de Marcelinho: ao menos R$ 40 mil foram pagos aos criminosos, diz polícia

Em seguida, os criminosos teriam pedido mais R$ 30 mil e, nesta segunda-feira (18), outros R$ 200 mil; não há confirmação se outros valores foram pagos transferidos

Da CNN Brasil
O ex-jogador Marcelinho Carioca durante treino no Corinthians
O ex-jogador Marcelinho Carioca durante treino no Corinthians  • Marcos Mendes/Estadão Conteúdo - 04.jan.2020
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A polícia informa que pelo menos R$ 40 mil foram pagos aos criminosos que sequestraram, no último domingo (17), o ex-jogador Marcelinho Carioca.

Segundo os policiais que investigaram o caso, os sequestradores fizeram um pedido inicial de R$ 30 mil ao jogador, valor que foi pago por meio de uma transferência Pix.

Em seguida, os criminosos teriam pedido mais R$ 30 mil e, nesta segunda-feira (18), outros R$ 200 mil. Ainda não há confirmação se outros depósitos foram feitos aos criminosos.

Marcelinho teve de entregar o celular aos sequestradores e senhas bancárias. Outros valores foram levados das contas dele.

Segundo o delegado-geral Artur Dian, da Polícia Civil, foram levados cerca de R$ 40 mil do ex-jogador. "Temos uma grande quantidade de sequestradores que estava lá dentro, de seis a oito. Temos cinco presos. É uma ocorrência que ainda está em andamento e estamos apurando".

O delegado Osvaldo Nico Gonçalves confirmou que houve o pagamento e que o ex-jogador foi mantido em cárcere privado.

Marcelinho havia desaparecido na madrugada de domingo após ter ido, no sábado (16) a um show do cantor Thiaguinho na Neo Química Arena, na zona leste de São Paulo.

O ex-atleta foi liberado no início da tarde de hoje e levado a uma delegacia em Itaquaquecetuba, na Grande São Paulo. Na mesma cidade, policiais encontraram, mais cedo, o carro de Marcelinho Carioca, que havia sido abandonado em uma rua no Jardim Valparaíso.

O ex-jogador será levado à Delegacia Antissequestro, no centro da capital paulista, onde deverá prestar depoimentos.

Duas mulheres e um homem foram presos por suposta participação no crime e também serão ouvidos.

(Publicado por Fábio Munhoz. Com informações de Stêvão Limana, da CNN)