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    “Só quero que seja feita a justiça”, diz irmã de homem morto a tiros na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro

    Diego Andrade de Oliveira, de 37 anos, era filho de policial militar, e foi vítima de uma tentativa de assalto

    Em entrevista à CNN, Eduarda Andrade de Oliveira Paixão Ferreira, irmã da vítima, lamentou a perda de Diego.
    Em entrevista à CNN, Eduarda Andrade de Oliveira Paixão Ferreira, irmã da vítima, lamentou a perda de Diego. CNN

    Guilherme Gamada CNN São Paulo

    Nesta segunda-feira (24), foi sepultado o corpo de Diego Andrade de Oliveira, de 37 anos, no Cemitério Jardim da Saudade, na zona oeste do Rio de Janeiro (RJ). O homem foi morto a tiros na madrugada de domingo (23), na Avenida Brasil, no bairro da Penha, na cidade do Rio de Janeiro.

    Em entrevista à CNN, Eduarda Andrade de Oliveira Paixão Ferreira, irmã da vítima, lamentou a perda: “Onde ele andava era alegria, dá pra ver isso na quantidade de gente que veio aqui homenagear. Perda irreparável”, diz.

    “Só quero que a justiça seja feita”, afirma.

    “Ceifaram a vida do meu irmão por nada”, disse Eduarda. Segundo a Polícia Militar do Rio de Janeiro, o crime aconteceu na pista central sentido Centro, sob o viaduto da Lusitânia, no bairro da Penha.

    Disparos foram feitos em direção ao veículo em que Diego estava com a esposa e um acertou o homem. “Um disparo foi o suficiente para tirar a vida do meu irmão e para destruir as nossas vidas também”, disse a irmã da vítima.

    Filho de PM é morto a tiros na Avenida Brasil, no Rio de Janeiro / Redes Sociais

    Os familiares relatam que os tiros foram disparados por um veículo que estava em baixa velocidade, quando Diego e a esposa voltavam de uma festa de família. Segundo a Polícia Militar, a vítima foi morta após uma tentativa de assalto.

    O homem deixou duas filhas, uma de dois anos de idade e outra de 12 anos de idade. Ele começaria um novo emprego nesta semana e também trabalhava como motorista de aplicativo, de acordo com a irmã.

    Diego foi encontrado sem vida no local e a investigação do caso será feita pela Delegacia de Homicídios do Rio de Janeiro.