SP determina fechamento de lojas, com exceção de alimentação e farmácias

Restaurantes deverão preservar espaço de um metro entre mesas para poderem abrir; medida vale até 5 de abril e visa conter propagação do coronavírus

Guilherme Venaglia e Pietra Carvalho

Da CNN Brasil, em São Paulo

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O prefeito de São Paulo, Bruno Covas (PSDB), assinou nesta quarta-feira (18) um decreto que proíbe o funcionamento do comércio na cidade até o dia 5 de abril. A medida vale a partir de sexta-feira (20).

Segundo a Prefeitura de São Paulo, “fica autorizada apenas a manutenção dos serviços administrativos e a realização de vendas por meio de aplicativos, internet ou instrumentos similares”. 

Como exceções, Covas permitiu que continuem funcionando presencialmente as farmácias, supermercados, feiras, lojas de conveniência, venda de alimentação para animais, padarias, restaurantes, lanchonetes e postos de combustível.

“Para o funcionamento, esse tipo de comércio terá que intensificar ações de limpeza, disponibilizar álcool em gel aos clientes e divulgar amplamente informações sobre prevenção da COVID 19, além de manter espaçamento mínimo de 1 metro entre mesas (para restaurantes e lanchonetes)”.

O cumprimento das medidas decididas será feito pelas subprefeituras e pela Guarda Civil Metropolitana (GCM).

Passe livre suspenso

A prefeitura da capital paulista também decretou a suspensão do passe livre e da meia tarifa para estudantes da cidade. Segundo a Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes (SMT) e da SPTrans, a medida entra em vigor na próxima segunda-feira (23).

A cota da passe livre do mês de abril também não será liberada para os estudantes beneficiados e a venda da meia tarifa ficará suspensa por tempo indeterminado. A SPTrans justificou a decisão com base na suspensão das aulas na rede pública de ensino. 

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