Semana começa com frio atípico, mas termômetros voltam a esquentar em SP
Mesmo com temperaturas mais elevadas a partir de quarta-feira (12), previsão alerta para a possibilidade de novos temporais no estado

Após a passagem de um ciclone extratropical nos últimos dias, a cidade de São Paulo começou a semana com temperaturas abaixo do comum para o mês de novembro e o frio ainda predomina nesta terça-feira (11), segundo o Climatempo.
Na segunda-feira (10), o Inmet (Instituto Nacional de Meteorologia) registrou 12,6°C em Interlagos, na zona sul da capital paulista e 12,7,°C na zona norte, no Mirante de Santana. Em Barueri os termômetros alcançaram 11,5°C e em Campos do Jordão, 8,7°C.
Em razão da pouca nebulosidade durante a noite e a presença de ar frio, a previsão aponta um frio atípico para a manhã desta terça, quando a capital e outras áreas pelo interior podem registrar temperaturas entre 12°C e 14°C. No litoral do estado, o dia também amanhece frio e, durante a tarde, os termômetros prometem subir.
A partir desta quarta-feira (12), as temperaturas voltam a esquentar, quando a atuação de um ar frio de origem polar enfraquece e a cidade deve ter calor em torno dos 30°C. Já em grande parte do interior paulista, os termômetros devem ultrapassar os 30°C.
No entanto, ainda na quarta, a previsão alerta para a possibilidade de novos temporais no estado. A presença de uma forte área de baixa pressão atmosférica sobre o Paraguai e a chegada de uma nova frente fria ao Rio Grande do Sul, devem gerar áreas de instabilidade e podem provocar as chuvas.
No interior paulista, as pancadas de chuva devem acontecer já durante a tarde, enquanto na região da cidade paulista, a expectativa é de que chova apenas durante a noite.
As condições para a chuva tendem aumentar durante a próxima quinta-feira (13) em todas as regiões do estado.
No último domingo, a Defesa Civil de São Paulo anunciou o encerramento do gabinete de emergência em razão da passagem do ciclone extratropical. O fenômeno atingiu a região entre sexta (7) e sábado (8) e provocou estragos, quando a maior rajada de vento registrada alcançou 109 km/h.
Apesar de não ter vítimas, 18 pessoas ficaram desalojada. No entanto, antes chegar à Região Sudeste, o ciclone passou pelo Sul do Brasil, onde causou seis mortes e deixou 750 pessoas feridas, com ventos chegando a 250 km/h.


