Suspeito de matar boliviana em motel é preso em SP

Equipes da 12ª DP (Pari) efetuaram a prisão do homem na tarde de segunda-feira (3); ele é suspeito de matar a jovem Eslenca Fabiana Moreira Quispe, de 18 anos, em um motel no Brás, no centro de São Paulo

Bruna Lopes, da CNN Brasil*, em São Paulo
Homem desceu, atacou um funcionário que estava na recepção do local, e foge dirigindo um carro que estava no estacionamento  • Divulgação
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Um homem foi preso por equipes do 12º Distrito Policial (Pari), na tarde desta segunda-feira (3), suspeito de matar a boliviana Eslenca Fabiana Moreira Quispe, de 18 anos, em um motel na região do Brás, no centro de São Paulo, no dia 29 de outubro.

Em nota, a SSP (Secretaria de Seguraça Pública do Estado de São Paulo) afirmou que o caso segue sob investigação para esclarecimento dos fatos.

Segundo testemunhas, no dia do ocorrido, o homem chegou aparentemente alcoolizado e com um copo de bebida na recepção. Ele e a vítima foram vistos sorrindo antes de seguirem para o quarto.

O caso

A PMESP (Polícia Militar do Estado de São Paulo) foi acionada para uma ocorrência em um motel na Avenida Celso Garcia, na região central da capital paulista, no dia 29 de outubro. No local, a jovem Eslenca Fabiana Moreira Quispe, de 18 anos, chegou acompanhada do autor que, segundo o boletim de ocorrência, era um homem de aparência andina.

Eles foram até o quarto 21, por volta das 19h, mas não chegaram a realizar o cadastro na recepção com os dados do casal. Por volta das 21h, funcionários do motel relataram ouvir gritos de socorro oriundos do quarto.

Em vídeo obtido pela CNN Brasil, é possível ver o momento em que o homem desce rapidamente do cômodo em que estava com a vítima, ataca um funcionário na recepção e foge dirigindo um carro que estava no estacionamento. Ele estaria segurando um objeto cortante em suas mãos. Veja as imagens:

Eslenca chegou a ser socorrida ao Pronto Socorro do Tatuapé, com múltiplas perfurações por instrumento perfuro-cortante. A jovem sofreu uma parada cardiorrespiratória e não resistiu.

O caso segue sob investigação do 12º Distrito Policial (Pari).

*Sob supervisão de Carolina Figueiredo