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    Traficantes presos em saída de boate do Rio estavam entre mais procurados de MG

    Jiarley Lucena da Silva (Paizão) e Adriano Ribeiro Calazans (Gato) tem passagens por homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma e tinham ao menos três mandados expedidos pela justiça

    Adriano Ribeiro Calazans (Gato) e Jiarley Lucena da Silva (Paizão) foram presos
    Adriano Ribeiro Calazans (Gato) e Jiarley Lucena da Silva (Paizão) foram presos Polícia Civil do Rio de Janeiro

    Cleber Rodriguesda CNN

    no Rio de Janeiro

    Dois traficantes presos no último fim de semana, no Rio de Janeiro, constavam na lista dos criminosos mais procurados de Minas Gerais.

    Jiarley Lucena da Silva (Paizão) e Adriano Ribeiro Calazans (Gato) têm passagens por homicídio, tráfico de drogas e porte ilegal de arma e tinham ao menos três mandados expedidos pela Justiça. Ambos eram considerados foragidos.

    Na madrugada de domingo (25), após uma investigação iniciada em novembro de 2022, policiais da Delegacia de Roubos e Furtos de Cargas (DRFC) anunciaram a prisão dos dois suspeitos na saída de uma boate na Barra da Tijuca, na Zona Oeste do Rio.

    De acordo com as investigações, Jiarley e Adriano viviam na capital fluminense há cerca de um ano, na comunidade do Pavão/Pavãozinho, de onde davam ordens para crimes no Rio e em Belo Horizonte. Em BH, ambos eram chefes do tráfico de drogas nas localidades de São Matheus e Buraco do Peru.

    “É mais um episódio de traficantes de outros estados vindo se esconder nas comunidades do Rio de Janeiro. Isso não passou despercebido por nós da DRFC, que sempre investigamos as grandes organizações criminosas aqui instaladas”, destacou o delegado Alessandro Petralanda, da DRFC.

    Ainda segundo Petralanda, os dois criminosos também expandiram os negócios do crime na cidade do Rio.

    “Eles também faziam intercâmbio de drogas e armas com a organização criminosa que estava instalada lá no Pavão/Pavãozinho. Eles não só se escondiam, como também atuavam no crime local”, disse o delegado.

    Após a prisão, os dois traficantes foram levados para o sistema prisional do Rio de Janeiro, mas segundo a Polícia Civil, devem ser transferidos e ficar à disposição da justiça em Minas Gerais.