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    ‘Trata-se de um monstro’, afirma ministro da Justiça sobre Lázaro

    Segundo o governo de Goiás, Lázaro foi morto após troca de tiros com equipes da polícia

    Policiais que trabalharam nas buscas por Lázaro Barbosa
    Policiais que trabalharam nas buscas por Lázaro Barbosa Foto: Gabriela Biló/Estadão Conteúdo

    Basília Rodriguesda CNN

    O ministro da Justiça, Anderson Torres, afirmou à CNN que “ainda bem que isso acabou. É um alívio para a população” sobre Lázaro Barbosa, na ação que culminou na morte do suspeito de matar uma família em Goiás, e cometer outros crimes.

    O ministro foi comunicado por tropas federais. “Trata-se de um monstro. Não há outra forma de adjetivá-lo. Matou uma família inteira, dois jovens, pai e mãe de forma bárbara”, disse à coluna. Ele evitou comentar sobre a morte de Lázaro Barbosa, disse que o governo de Goiás foi o responsável pela operação e que o governo federal prestou auxílio mas não encabeçou a ação.

    De acordo com o governo de Goiás, houve um enfrentamento entre as equipes da polícia e Lázaro Barbosa. Uma fonte da investigação afirmou à CNN que Lázaro “nunca deixou de estar armado”.
    Esta é a primeira manifestação de um integrante do alto escalão do governo federal após a ação em Goiás.

    Governo do DF defende operação

    O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, defendeu à CNN a ação policial que culminou na morte do acusado de ser um serial killer, Lázaro Barbosa.

    “Certamente as polícias fizeram o seu trabalho dentro dos limites da lei”, disse. “Se o resultado foi a morte desse perigoso assassino certamente foi pela situação de confronto criada pelo próprio”, ressaltou.

    As circunstâncias em que se deu a prisão apontam para um enfrentamento entre o suspeito e a polícia. De acordo com o governador de Goiás, Ronaldo Caiado, houve troca de tiros. Lázaro foi baleado e morreu.