Tropas russas perto da capital ucraniana, PF investiga Bolsonaro e mais de 3 de março

5 Fatos Tarde, apresentado por Roberta Russo, repercute as principais notícias do Brasil e do mundo

Fernanda Pinotti, da CNN, Em São Paulo
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Tropas russas próximas à capital da Ucrânia e investigação da Polícia Federal (PF) sobre as declarações do presidente Jair Bolsonaro (PL) associando a vacina contra Covid-19 à Aids estão entre os destaques da tarde de 3 de março.

Guerra na Ucrânia

No oitavo dia de guerra na Ucrânia, as tropas russas se posicionaram perto de Kiev, capital do país. Segundo o Departamento de Defesa dos Estados Unidos, os russos pararam para se reagrupar antes de uma possível invasão da capital ou estão enfrentando desafios como falta de suprimentos e resistência de civis.

Vladimir Putin

O presidente russo, Vladimir Putin, garante que a Rússia vai atingir seus objetivos na Ucrânia "aconteça o que acontecer". Ele fez esta afirmação em conversa com o presidente francês, Emmanuel Macron. A Rússia chama a guerra na Ucrânia de "operação especial" para destruir as capacidades militares do país e capturar o que considera “nacionalistas perigosos”.

Volodymyr Zelensky

O presidente da Ucrânia declarou, nesta quinta-feira (3), que também está pronto para o que for necessário, mas para conseguir a paz. Zelensky disse ainda que os ucranianos não querem matar, e que os médicos do país também estão tratando feridos russos.

Instabilidade no Banco Itaú

Uma instabilidade no aplicativo do banco Itaú levou vários usuários a relatarem saídas ou entradas de dinheiro em suas contas na manhã desta quinta-feira (3). A página oficial da instituição respondeu a várias das reclamações feitas pelos clientes nas redes sociais. Nas mensagens, o Itaú confirma a instabilidade e diz que o problema está sendo resolvido.

PF investiga Bolsonaro

A Polícia Federal (PF) iniciou investigação sobre a declaração do presidente Jair Bolsonaro (PL), que associou a vacinação contra Covid-19 ao risco de desenvolver Aids. Essa relação, que não existe, foi feita por Bolsonaro em uma transmissão nas suas redes sociais em 2021. O inquérito foi aberto no dia 3 de dezembro por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal.

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