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    Premiê de Israel, Naftali Bennett anuncia que não concorrerá na próxima eleição

    Votação final do projeto para dissolver o parlamento do país, que deveria acontecer nesta quarta (29), foi adiada para quinta-feira (30) devido às muitas emendas apresentadas

    Primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett
    Primeiro-ministro israelense, Naftali Bennett 03/05/2022Menahem KAHANA /Pool via REUTERS

    Maayan LubellHenriette Chacarda Reuters

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    O primeiro-ministro de Israel, Naftali Bennett, anunciou nesta quarta-feira (29), que não concorrerá nas próximas eleições, mas que manterá sua posição como primeiro-ministro suplente depois que seu parceiro de coalizão Yair Lapid assumir a chefia do governo interino.

    “Deixo para trás um país próspero, forte e seguro”, disse ele a repórteres na quarta-feira. “Provamos este ano que pessoas com opiniões muito diferentes podem trabalhar juntas”, acrescentou, referindo-se à sua coalizão ideologicamente diversificada.

    A votação final do projeto de lei para dissolver o Knesset (Parlamento de Israel), que deveria acontecer até a meia-noite desta quarta, foi adiada para quinta-feira (30) devido às muitas emendas apresentadas, disse a emissora pública de rádio de Israel Kan. Esta será a quinta eleição em menos de quatro anos em Israel.

    Na semana passada, Bennett decidiu dispersar o parlamento depois que uma série de desaprovações tornou sua coalizão governante insustentável.

    Assim que a convocação de uma eleição antecipada obtiver a aprovação final do Knesset, o ministro das Relações Exteriores de centro-esquerda de Israel, Yair Lapid, substituirá Bennett como primeiro-ministro de um governo provisório com poderes limitados.

    Mesmo com os legisladores disputando a data exata da eleição, 25 de outubro ou 1º de novembro, a campanha já foi dominada pelo possível retorno do ex-primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.

    Lapid e Bennett encerraram o reinado recorde de 12 anos de Netanyahu há um ano, formando uma aliança rara e ideologicamente mista que incluiu pela primeira vez um partido árabe independente. O governo durou mais do que muitos esperavam, mas vacilou nas últimas semanas em meio a disputas internas.

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