TSE: 140 foram presos e 2.717 urnas substituídas desde o início da votação

Tribunal Superior Eleitoral divulgou boletim às 16h deste domingo (15) sobre ocorrências nos colégios eleitorais de todo o Brasil

Matheus Prado e Murillo Ferrari, da CNN, em São Paulo
15 de novembro de 2020 às 10:54 | Atualizado 15 de novembro de 2020 às 16:48
Eleitora e mesária cumprem as protocolos de segurança em local de votação
Foto: Reprodução - 15.nov.2020 / CNN

O Tribunal Superior Eleitoral (TSE) divulgou seu quarto boletim às 16h deste domingo (15) sobre ocorrências nos colégios eleitorais de todo o Brasil durante as primeiras horas de votação nas eleições de 2020.

Das mais de 400 mil urnas eletrônicas disponíveis para votação durante o pleito, 2.717 precisaram ser substituídas até o momento, o que representa 0,60% do total. Ao todo, os postos de votação contam com 51.977 urnas de contingência.

Destaque para o estado de São Paulo, que tem mais de 85 mil urnas, onde ocorreram 501  trocas. Em seguida, aparecem o Rio de Janeiro (460), Minas Gerais (387) e o Rio Grande do Sul (295).

O TSE também divulgou números preliminares sobre ocorrências de crimes eleitorais envolvendo pessoas. Em todo o país, foram 580 delas, que resultaram na prisão de 140 pessoas, incluindo 45 que são candidatas nesta votação.

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O estado com mais prisões envolvendos postulantes a cargo público foi Minas Gerais, onde uma pessoa foi presa por utilização irregular de aparelho de som, três foram presas por boca de urna, e outras sete por divulgação de propaganda.

Já sobre as prisões entre os não candidatos o TSE indicou haver um empate entre Paraná e Rio Grande do Norte, ambos com 14 casos – em ambos, a maior parte das ocorrências se deu por boca de urna .

Ao todo 147.918.483 eleitores estão aptos para escolher vereadores, prefeito – e vice-prefeito – de 5.567 municípios. Tradicionalmente realizada no primeiro domingo de outubro, a votação foi adiada em função da pandemia do novo coronavírus.