Omar Aziz diz que vai remarcar depoimento de Francisco Maximiano para agosto

Oitiva com o representante oficial da Davati no Brasil, Cristiano Carvalho, está mantida para esta quinta-feira (15)

Bia Gurgel e Renato Barcellos, da CNN, em Brasília e São Paulo
14 de julho de 2021 às 12:29 | Atualizado 14 de julho de 2021 às 12:36
Presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM)
Presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM)
Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

O presidente da CPI da Pandemia, senador Omar Aziz (PSD-AM), afirmou que vai remarcar o depoimento do sócio-administrador da Precisa Medicamentos, Francisco Maximiano, que estava previsto para esta quarta-feira (14).

Segundo Aziz, a oitiva com o empresário deve ser realizada em agosto, após o recesso parlamentar.

"Quero comunicar que ouviremos hoje a Emanuela e marcaremos para agosto a vinda do senhor Maximiano. Não há como ouvirmos as duas pessoas hoje porque o número de inscritos é muito grande", informou o parlamentar.

Aziz, no entanto, afirmou que a oitiva com o Cristiano Carvalho, representante oficial da Davati Medical Supply no Brasil, prevista para esta quinta-feira (15), está mantida.

O impasse ocorreu após a comissão precisar adiar o depoimento da diretora técnica da Precisa Medicamentos, Emanuela Medrades.

Durante a sessão desta terça-feira (13), Medrades se recusou a responder questões simples e irritou os senadores – o que provocou a suspensão temporária da sessão.

Ela chegou ao Senado amparada por um habeas corpus concedido pelo presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, que permitiu que ela ficasse em silêncio em questões que poderiam autoincriminá-la.

Após consulta e nova decisão de Fux, a sessão foi retomada. Medrades, porém, alegou exaustão e Aziz transferiu o depoimento para esta quarta.