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    A aliados, Lula diz que não pretende usar colete à prova de balas na posse

    Desde a localização de uma bomba nas imediações do Aeroporto de Brasília, a possibilidade de uso do equipamento e também de carro blindado tem sido analisada

    Basília Rodrigues

    Em conversas recentes com aliados, o presidente eleito Luiz Inácio Lula da Silva (PT) afirmou que não pretende usar colete à prova de balas no momento do desfile de posse, apesar de aconselhado pela equipe de segurança.

    De acordo com seus interlocutores, em tom bem humorado, Lula afirma que o terno que escolheu para usar no 1° de janeiro ficou “muito bem feito” e “sob medida” e que não caberia um colete.

    Durante a campanha presidencial, Lula também evitou usar a proteção contra ataques armados. Mas desde a localização de uma bomba nas imediações do Aeroporto de Brasília, a possibilidade de uso de colete e também de carro blindado tem sido analisada.

    Lula costuma lembrar que já percorreu o trajeto de posse presidencial em outras duas situações mas que, dessa vez, há muita preocupação com a segurança dele e também de seus apoiadores.

    À CNN, o futuro ministro da Justiça, Flávio Dino, afirmou nesta semana que a decisão pelo uso de colete é muito pessoal. “Decisões vão no sentido de reforço das forças institucionais e outras decisões serão tomadas no dia pela equipe que coordena a segurança e pelo próprio presidente Lula”, disse.

    O tema segurança tem sido tratado em conversas com aliados, que estarão com o presidente eleito na cerimônia de posse, a exemplo de futuros ministros, governadores, deputados e senadores.