
Ao TSE, Valdemar diz que consultor é responsável por auditoria que critica urnas
Em ofício, presidente do PL afirma que os recursos utilizados para pagar o estudo eram próprios, e não públicos

O presidente nacional do PL, Valdemar da Costa Neto, encaminhou um ofício, nesta sexta-feira (30), à Corregedoria do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) no qual ele diz que a responsabilidade pela auditoria divulgada nesta semana pelo partido é do consultor contratado pela sigla.
“Ressalte-se ainda que o referido documento ("Resultados da auditoria de conformidade do PL no TSE".) é de responsabilidade da equipe técnica contratada, cujos termos devem ser avaliados dentro de tal contexto e sob a responsabilidade de seus subscritores”, diz o documento.
O texto diz ainda, conforme já havia mostrado a CNN, que os recursos utilizados para pagar o estudo eram próprios, e não públicos.
“Neste sentido, informamos a Vossa Excelência que o pagamento da prestação de serviços do Instituto Voto Legal teve como fonte de recursos a Conta Contábil de Outros Recursos (Recursos Próprios) da agremiação, não sendo tal despesa custeada com recursos públicos de nenhuma natureza (Fundo Partidário e/ou Fundo Especial de Financiamento de Campanha), conforme documentação anexa”, diz o texto.
Valdemar afirma ainda que “a contratação do instituto Voto Legal teve como objetivo o acompanhamento dos procedimentos de fiscalização e de auditoria do sistema eletrônico de votação, com o fornecimento de parecer e eventuais recomendações para adequações, melhorias e/ou aperfeiçoamento do sistema eleitoral, visando, portanto, apenas colaborar com os esforços desse Colendo Tribunal Superior Eleitoral na garantia da higidez das eleições de 2022, tal como permitido pela legislação de regência - e nada além disso”.


