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    Após delação, Moraes permite que Mauro Cid volte a ver o pai

    Segundo fontes militares, o general Mauro Lorena Cid está em depressão e seu estado de saúde foi um dos motivos para que o filho decidisse fazer uma delação premiada

    O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro
    O tenente-coronel Mauro Cid, ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro Ton Molina/Fotoarena/Estadão Conteúdo

    Raquel Landimda CNN

    São Paulo

    O ministro Alexandre de Moraes permitiu que Mauro Cid volte a ver seu pai, o general Mauro Lorena Cid. A medida ocorre após a homologação da delação premiada do ex-ajudante de ordens de Jair Bolsonaro.

    Conforme a decisão que a CNN teve acesso, ao determinar o relaxamento da prisão de Cid e sua ida para casa, Moraes impõe uma série de medidas cautelares, como a proibição de contatos com outros investigados com a exceção de três pessoas: a esposa, a filha e o pai.

    No dia 20 de agosto, o ministro havia proibido que pai e filho mantivessem contato por serem ambos investigados no esquema de vendas e recompra de joias dadas ao ex-presidente por autoridades estrangeiras.

    Segundo fontes militares, o general Mauro Lorena Cid está em depressão e seu estado de saúde foi um dos motivos para que o filho decidisse fazer uma delação premiada.

    Procurado, o STF não esclareceu por que o ministro mudou de posição e decidiu que os dois pudessem voltar a ter contato. A defesa de Mauro Cid também não se manifestou.