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    Após se afastar da presidência do PSDB, Orlando Faria defende frente de tucanos com Tabata

    “Ela é quem tem mais adesão ao programa do partido”, diz líder tucano à CNN

    A deputada Tabata Amaral (PSB-SP), pré-candidata à Prefeitura de São Paulo
    A deputada Tabata Amaral (PSB-SP), pré-candidata à Prefeitura de São Paulo Billy Boss/Câmara dos Deputados

    Pedro Venceslauda CNN

    São Paulo

    Após pedir o afastamento da presidência municipal do PSDB na semana passada, o ex-chefe da Casa Civil da prefeitura, Orlando Faria, entrou na coordenação da pré-campanha da deputada Tabata Amaral (PSB) e disse à CNN que vai tentar construir uma frente de tucanos para apoiar a pessebista.

    “Vou tentar montar uma frente de tucanos com a Tabata. Neste momento ela é quem tem mais adesão ao programa do PSDB”, afirmou o dirigente tucano.

    Faria era do grupo político de Bruno Covas e foi um dos principais quadros da administração paulistana na gestão do neto de Mário Covas.

    O tucano seguiu no cargo na gestão Nunes após a morte de Bruno, mas deixou a prefeitura após apoiar Eduardo Leite nas prévias presidenciais contra João Doria no PSDB.

    Questionado sobre o motivo de seu rompimento com Nunes, o ex-secretário respondeu:

    “O [prefeito] Ricardo Nunes deformou o governo Bruno Covas. Mudou quase 80% do primeiro escalão dele. Além disso, a gestão de Ricardo Nunes, com seu excesso de bolsonarismo, não representa o legado de Covas”, afirmou.

    Os tucanos que apoiam Nunes ameaçam uma debandada caso o partido decida lançar candidatura própria, como defende a cúpula nacional, ou apoiar Tabata.

    Faria disse também que vai respeitar a decisão do PSDB caso o partido decida lançar candidato, mas pode deixar a sigla se isso acontecer.

    Procurada, a assessoria do prefeito Ricardo Nunes ainda não se manifestou.