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    Bolsonaro avalia mudança em Ministério do Turismo

    No rastro de uma reforma ministerial, o presidente considera acomodar o senador Jorginho Mello (PL-SC) na pasta

    Senador Jorginho Mello (PL-SC) criticou possibilidade de criação da CPI da Rachadinha
    Senador Jorginho Mello (PL-SC) criticou possibilidade de criação da CPI da Rachadinha Foto: CNN Brasil (6.jul.2021)

    Gustavo Uribeda CNN

    Tainá Farfan , da CNN, em Brasília

     

    Além da nomeação de Ciro Nogueira  (PP-PI) na Casa Civil, confirmada nesta terça-feira (27), o presidente Jair Bolsonaro (sem partido) avalia fazer mais mudanças na Esplanada dos Ministérios.

    Segundo relatos feitos à CNN Brasil por auxiliares presidenciais, Bolsonaro tem considerado nomear o senador Jorginho Mello (PL-SC) para o comando do Ministério do Turismo. A mudança aumentaria o espaço do bloco do centrão no governo federal.

     

    O assunto deve ser tratado nesta semana entre o presidente e o senador. A expectativa é de que eles se reúnam na próxima quinta-feira (29). Mello já foi cotado para assumir a Secretaria de Governo, mas o presidente desistiu.

    Segundo assessores presidenciais, o senador, que é um dos integrantes da tropa governista na CPI da Pandemia, tem o apoio do senador Flávio Bolsonaro (Republicanos-RJ) para integrar o primeiro escalão da Esplanada dos Ministérios.

    Caso o presidente decida pela nomeação, Mello deve ficar por pouco tempo no cargo. Ele pretende concorrer ao governo de Santa Catarina em 2022 e, por isso, deverá se descompatibilizar do cargo até abril.

    O destino deve ser o mesmo do atual ministro da Secretária-geral, Onyx Lorenzoni, que deve assumir o Ministério do Trabalho e deixar o posto no ano que vem para se candidatar ao governo do Rio Grande do Sul.

    Em Pernambuco, aliados do presidente dizem que o atual ministro do Turismo, Gilson Machado, é cotado para a disputa ao Senado Federal. Ele, no entanto, tem refutado a pretensão eleitoral.

    Procurados pela CNN Brasil, o Ministério do Turismo e a Secom (Secretaria Especial de Comunicação Social) não responderam à reportagem.