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    Caroline de Toni diz à CNN que vai atuar como mediadora na CCJ, “sem pé na porta”

    Nome da congressista foi alvo de críticas de aliados do governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT)

    Douglas Portoda CNN

    São Paulo

    A deputada federal Caroline de Toni (PL-SC) disse, nesta quarta-feira (6), em entrevista à CNN, que atuará como mediadora e “sem pé na porta” após ser eleita presidente da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).

    “A gente é oposição ao atual governo e temos que atuar também como mediador dentro de uma comissão. O nosso papel vai ser exatamente esse: na medida do possível, a gente pauta as pautas que nos trouxeram até aqui, mas desde que haja consensos de lideranças. Não é fácil a gente chegar com o pé na porta da comissão”, afirmou De Toni.

    O nome da congressista foi alvo de críticas de aliados do governo. A distribuição do comando dos 30 colegiados permanentes da Câmara é renovada anualmente. A preferência na escolha é dos partidos maiores. Com a maior bancada, de 96 deputados atualmente, o PL escolheu a CCJ.

    Membro da CCJ desde o primeiro mandato, De Toni cita que a gestão feita nos colegiados apenas funciona quando se houve todas as bancadas.

    E, que suas críticas ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), foram feitas por ser “o papel de oposição”.

    Projetos conservadores na CCJ

    Segundo De Toni, os projetos conservadores da pauta dos costumes serão colocados para apreciação “na medida do possível”.

    “Não adianta eu também pautar um monte de projetos da pauta de costumes só pela minha vontade e chegar e lá ter obstrução e não ter voto para aprovar”, explicou.

    Em sua opinião, é necessário ter estratégia para pautar esse tipo de projeto e apoio de outros parlamentares.