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    Celulares de Bolsonaro e Mauro Cid começam a ser periciados pela Polícia Federal

    Aparelhos foram apreendidos na operação Venire, que investiga supostas fraudes nos cartões de vacinação do ex-presidente, de familiares e de assessores

    Ex-presidente Jair Bolsonaro e o tenente-coronel Mauro Cid, seu ex-ajudante de ordens
    Ex-presidente Jair Bolsonaro e o tenente-coronel Mauro Cid, seu ex-ajudante de ordens Reuters

    João RosaElijonas Maiada CNN

    em Brasília

    O Instituto Nacional de Criminalística (INC) da Polícia Federal (PF) começou a periciar, nesta segunda-feira (8), os celulares do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) e do seu ex-ajudante de ordens, tenente-coronel Mauro Cid.

    Os aparelhos foram apreendidos na operação Venire, que investiga supostas fraudes nos cartões de vacinação do ex-presidente, de familiares e de assessores. A informação sobre o início da perícia nos celulares foi revelada pelo jornal “O Globo” e confirmada pela CNN.

    A investigação apura suspeita de inserção de dados falsos nos sistemas do Ministério da Saúde em 2021 e 2022.

    A operação resultou na prisão de Mauro Cid e de outras cinco pessoas, entre elas ex-assessores de Bolsonaro. Também foi cumprido um mandado de busca e apreensão na casa do ex-presidente, em Brasília.

    As determinações para apreensão dos celulares partiram do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), atendendo a um pedido da PF.

    As informações que estão nos celulares de Bolsonaro e de Mauro Cid podem ser usadas em outros inquéritos.

    Especialistas ouvidos pela CNN reforçam as noções de direito chamadas “prova emprestada” ou “encontro fortuito de prova”, sobre quando a autoridade policial identifica provas que podem servir para outras investigações.