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    Cinco granadas foram deixadas no STF e Congresso, diz Randolfe

    Senador e futuro líder do governo Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), fala sobre a invasão da Esplanada dos Ministérios por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL)

    Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador e líder do governo no Congresso
    Randolfe Rodrigues (Rede-AP), senador e líder do governo no Congresso CNN

    Diego MendesProduzido por Layane Serranoda CNN

    São Paulo

    O futuro líder do governo Lula no Congresso, Randolfe Rodrigues (Rede-AP), falou nessa segunda-feira (9) à CNN, e disse que encontraram cinco granadas após a invasão da Esplanada dos Ministérios por apoiadores do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL). Três estavam no Supremo Tribunal Federal e duas no Congresso Federal.

    Após as invasões, o parlamentar disse que foi aos locais dos ataques para ver como estavam os prédios. “Para se ter uma ideia da gravidade dos acontecimentos, naquele momento ainda se encontravam dentro das dependências da Suprema Corte, pelo menos três granadas não ativadas”, relata.

    No Congresso Nacional, o senador disse que também foram encontradas outras duas granadas.

    De acordo com ele, por volta das 1h30 da madrugada, ao receber o presidente em exercício do Congresso Nacional, Senador Venesiano Vital do Rego, visitaram o local para verem como estava a destruição. “Além da dilapidação do patrimônio público, houve roubo de peças do estado brasileiro”.

    O senador ressaltou que, após a invasão, foi até ao Palácio do Planalto e viu um cenário de devastação. “Foram destruídos obras de artes de Portinari, Di Cavalcante, um relógio presenteado por reis europeus a Dom João VI com mais de 230 anos”, contou.

    Rodrigues disse que o papel do Congresso Nacional e qualquer democrata, nesse momento, é buscar a culpa, objetiva e subjetiva, dos atos terroristas de domingo. “Essa data vai ficar conhecido na história como o dia da infâmia. Não foi simplesmente um ataque aos prédios do Congresso Nacional, à Suprema Corte brasileira e ao Palácio do Planalto, foi um ataque à democracia”, pontua.