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    Comunidade das Polícias da América acompanha crise de segurança no Equador

    Integrantes da Ameripol disseram à CNN que estão em conversas sobre planos de ação

    Imagem de reunião da Ameripol, a comunidade de polícias das Américas
    Imagem de reunião da Ameripol, a comunidade de polícias das Américas Arquivo

    Elijonas Maiada CNN

    Brasília

    A Ameripol — a Comunidade das Polícias da América e reúne representantes das polícias da América do Sul e ministérios de segurança — está acompanhando de perto a crise na segurança do Equador, apurou a CNN.

    O Equador tem um representante na Ameripol, o ministro do Interior, Juan Zapata, que esteve em Brasília em novembro passado para assinatura do tratado entre os países, em um evento no Ministério da Justiça.

    Zapata está conversando com outros integrantes da rede, inclusive brasileiros, pois o secretário-geral da Ameripol é o delegado Andrei Rodrigues, diretor-geral da Polícia Federal brasileira.

    A PF, inclusive, se colocou à disposição do Equador. Rodrigues conversou com o diretor da Polícia do Equador, Cesar Zapata, e colocou agentes da força policial brasileira à disposição do país vizinho para auxiliar no combate às ações de grupos criminosos.

    Adidos da Polícia Federal na Colômbia e no Peru, que fazem fronteira com o Equador, também estão em contato com as forças de segurança do país em crise. Esses dois países também fazem parte da Ameripol.

    Integrantes da Ameripol informaram à CNN que planos de ação estão sendo estudados para caso Equador solicite auxílio internacional da rede de polícias.

    O organismo atua desde 2007 com cooperação policial internacional e é dedicado ao intercâmbio de informações policiais, realização de operações conjuntas e à capacitação de seus membros.

    No ano passado, o ministro Flávio Dino, da Justiça, assinou com os demais representantes o “Tratado de Brasília” juntamente a outros 12 países do continente: Argentina, Colômbia, Chile, Costa Rica, Equador, Haiti, Honduras, Panamá, Paraguai, República Dominicana, Suriname e Uruguai.

    Atualmente sediada em Bogotá, na Colômbia, a instituição conta com a participação de 36 forças policiais de 30 países do continente americano, além de 31 membros observadores, representando organismos internacionais e outras forças policiais de diferentes continentes e desempenha papel vital no combate aos crimes transnacionais.

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