CPI diz que PF não respondeu a pedido de segurança dos irmãos Miranda

Os dois prestarão depoimento nesta sexta-feira (25) à CPI da Pandemia após apontarem indícios de irregularidades na negociação para a compra de vacinas da Covax

Presidente, vice e relator da CPI da Pandemia se reúnem antes da sessão
Presidente, vice e relator da CPI da Pandemia se reúnem antes da sessão Foto: Edilson Rodrigues/Agência Senado

Gustavo Uribeda CNN

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O presidente da CPI da Pandemia, Omar Aziz (PSD-AM), informou à CNN Brasil que a Polícia Federal não respondeu a pedido feito por ele de proteção do deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) e de seu irmão Luis Ricardo Miranda.

Os dois prestarão depoimento nesta sexta-feira (25) à CPI da Pandemia após apontarem indícios de irregularidades na negociação do governo federal para a compra de vacinas da Covaxin.

O presidente da comissão de inquérito enviou um ofício na quarta-feira (23) solicitando proteção policial aos dois irmãos diante da informação do deputado federal de que vinha sofrendo ameaças.

Em entrevista à CNN, Luiz Miranda disse que que teme pela própria vida e pela vida do irmão, que é servidor do Ministério da Saúde.

O deputado federal disse que seu irmão foi pressionado para acelerar a assinatura da nota fiscal das vacinas em uma sexta-feira, dia 19 de março, às 23 horas.

O Palácio do Planalto negou irregularidades no processo e informou que mandará investigar o deputado federal.

Procurada pela CNN, a Polícia Federal afirma que não irá se pronunciar.

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