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    CPI quer marcar para próxima sexta-feira depoimento de representante da Davati

    Com o adiamento de depoimento reservado do ex-governador do Rio Wilson Witzel, grupo majoritário discute ouvir representante da Davati, Cristiano Carvalho

    Gustavo Uribeda CNN

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    A CPI da Pandemia discute marcar para a próxima sexta-feira (9) o depoimento do representante da Davati Medical Supply, Cristiano Alberto Carvalho.

    O chamado G7, grupo majoritário de senadores independentes e de oposição, pretende definir nesta segunda-feira (5) o calendário de depoimentos e requerimentos para esta semana.

    Inicialmente previsto para sexta-feira (9), o depoimento reservado do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel foi adiado por questões operacionais.

    Como a ideia é que três integrantes da comissão se desloquem ao Rio de Janeiro, a avaliação foi de que é necessário um tempo maior de preparação da viagem, que deve incluir também uma equipe técnica da CPI da Pandemia.

    Além disso, o presidente da comissão de inquérito, Omar Aziz (PSD-AM), ainda discute com o governador do Rio de Janeiro, Claudio Castro, a garantia de segurança policial a Witzel, um pedido feito pelo ex-governador.

    Na última quinta-feira (1º). em entrevista à CNN, Aziz disse que o representante da Davati foi o “mentor” das denúncias de corrupção apresentadas pelo policial militar Luiz Paulo Dominguetti contra Roberto Dias, agora ex-diretor de Logística do Ministério da Saúde.

    Para Aziz, Cristiano também cometeu um crime por ter supostamente induzido Dominghetti a apresentar um áudio aos senadores da CPI em que o deputado federal Luis Miranda (DEM-DF) aparece negociando uma mercadoria não especificada, que Dominghetti interpretou como sendo vacinas, mas era, na verdade, luvas.

    Nesta terça-feira (6), a CPI da Pandemia votará requerimentos de quebras de sigilos de Miranda, Cristiano, Dominghetti e do líder do governo na Câmara dos Deputados, Ricardo Barros (PP-PR).
    Em depoimento, Miranda afirmou que o nome citado pelo presidente Jair Bolsonaro (sem partido) em um suposto “rolo” na aquisição das vacinas Covaxin é o do líder do governo. Ele nega envolvimento em irregularidades.

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