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    Criminoso morreu em tiroteio na agenda de Tarcísio, diz Garcia à CNN

    Em entrevista à CNN nesta segunda (17), governador paulista comentou tiroteio que aconteceu em Paraisópolis durante agenda de campanha do candidato ao governo, Tarcísio de Freitas (Republicanos)

    Léo LopesBruna Festada CNN

    em São Paulo

    O governador de São Paulo, Rodrigo Garcia (PSDB), informou à CNN que um criminoso morreu durante o tiroteio que aconteceu em Paraisópolis, durante uma agenda de campanha do candidato ao governo Tarcísio de Freitas (Republicanos).

    “É importante a polícia esclarecer esse crime. Um dos bandidos foi alvejado e veio a óbito”, disse em entrevista ao Live CNN, nesta segunda-feira (17). “Determinei toda agilidade nessa investigação para a gente esclarecer e identificar os bandidos que participaram disso”, acrescentou.

    Garcia contou que ligou para o candidato assim que soube do ocorrido, e foi informado que Tarcísio e sua equipe estavam bem.

    Ele acrescentou que ainda não é possível determinar se houve motivação política no que aconteceu.

    “Por enquanto não dá nem para denominar como atentado. Dá para denominar como uma tentativa de crime, que foi evitada pelos seguranças, e agora a polícia vai esclarecer o que de fato aconteceu ali”, afirmou.

    O governador fez questão de destacar que a comunidade de Paraisópolis é segura, que ele tomou posse lá, e que “não podemos confundir isso com a localidade que ocorreu esse atentado”.

    “Tanto o local onde Tarcísio estava realizando sua reunião, que é um local comunitário, quanto a própria comunidade de Paraisópolis. Nós não temos episódios no dia a dia de violência. Paraisópolis é uma comunidade de bem”, acrescentou Garcia.

    Paraisópolis tem tiroteio durante agenda de campanha de Tarcísio de Freitas

    Um tiroteio foi registrado nesta segunda-feira (17) em Paraisópolis, zona Sul de São Paulo, durante agenda de campanha do candidato Tarcísio de Freitas (Republicanos). Ele participaria da inauguração do Primeiro Polo Universitário de Paraisópolis (Casa Belezinha).

    No Twitter, o candidato do Republicanos disse que sofreu um ataque: “Em primeiro lugar, estamos todos bem. Durante visita ao 1º Polo Universitário de Paraisópolis, fomos atacados por criminosos. Nossa equipe de segurança foi reforçada rapidamente com atuação brilhante da PMESP. Um bandido foi baleado. Estamos apurando detalhes sobre a situação”.

    Polícia Militar informou que investiga o ocorrido e aguarda mais informações dos policiais que estão no local.

    Em entrevista à imprensa nesta segunda-feira, o presidente Jair Bolsonaro (PL) comentou o caso. Bolsonaro afirmou que não há confirmação de motivação política sobre o episódio até o momento.

    “Recebi o telefonema do Tarcísio. Algumas imagens também. Tudo é preliminar ainda, então não quero me antecipar, se foi uma ação contra a equipe dele, se foi uma ação isolada, se algum conflito já estava havendo ou por haver na região. Seria prematuro eu falar sobre isso”, disse Bolsonaro.

    “O Tarcísio pode requerer aos órgãos competentes a segurança. Tenho conversado com ele sobre isso. Esse evento de hoje, sendo ou não contra ele, é um sinal que ele deve se preocupar mais ainda com a sua segurança”, complementou o presidente.

    O adversário de Tarcísio no segundo turno em São Paulo, Fernando Haddad (PT), foi questionado sobre o incidente pouco antes de uma agenda com Luiz Inácio Lula da Silva (PT) na zona leste de São Paulo, nesta segunda. “Estou sabendo por você”, disse Haddad ao jornalista que lhe relatou as informações sobre o tiroteio.

    “Sempre tratei meu adversário com muito respeito. Eu repudio toda e qualquer forma de violência, e isso vale para 2018, 2020, 2022. Sempre trabalhei no campo da dignidade da política, da contribuição com propostas, desde que entrei na vida pública”, completou Haddad.