Cúpula da CPI ouve testemunhas sobre irregularidades na saúde do RJ

O encontro foi no gabinete do presidente da comissão, Omar Aziz. Participaram o vice Randolfe Rodrigues, o relator Renan Calheiros e o senador Humberto Costa

CPI retoma trabalhos após recesso parlamentar com a oitiva do reverendo Amilton Gomes de Paula
CPI retoma trabalhos após recesso parlamentar com a oitiva do reverendo Amilton Gomes de Paula Foto: Pedro França/Agência Senado

Basília Rodriguesda CNN

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Antes de começar a sessão desta quinta-feira (5), a cúpula da CPI da Pandemia ouviu testemunhas sobre irregularidades na saúde do Rio de Janeiro, como na gestão de hospitais federais. Esse é um dos pontos da investigação que a CPI quer aprofundar nesta reta final dos trabalhos.

O encontro ocorreu no gabinete do presidente da comissão, Omar Aziz. Participaram o vice Randolfe Rodrigues, o relator Renan Calheiros e o senador Humberto Costa. De acordo com um dos parlamentares, há  preocupação com a segurança dessas testemunhas, que compareceram pessoalmente no Senado, mas não tiveram seus nomes divulgados.  Medidas preliminares vão ser adotadas antes da CPI decidir se essas pessoas passarão a ser testemunhas formais.

 

Houve pedidos para que apresentem mais informações sobre  supostos desvios na gestão da saúde do Rio e um novo encontro deve ser marcado.

O depoimento do ex-governador do Rio de Janeiro Wilson Witzel deu luz ao problema, em junho. Na ocasião, ele afirmou que os hospitais federais fluminenses “têm dono” e acusou a União de utilizar o repasse de verbas federais aos hospitais para o pagamento de propina a empresas prestadoras de serviço. Desde então, a CPI vem sendo procurada por pessoas que querem colaborar com a investigação.

O novo depoimento que Witzel concederia à CPI, em sessão fechada, ainda não foi marcado. Com o intuito de concluir os trabalhos em 90 dias, a comissão faz esforços para obter mais provas do que relatos, já que não haveria tempo para fechar todas as histórias.

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